Semsa deslancha campanha de Combate ao Diabetes Mellitus

Redação Por: Redação

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Publicado em 14/11/2017 11:05h

Semsa deslancha campanha de Combate ao Diabetes Mellitus

A Secretaria Municipal de Saúde de Parauapebas (Semsa), por meio da Rede de Atenção à Pessoa Com Doença Crônica (DCNT), inicia hoje, terça-feira, 14, a Campanha de Combate ao Diabetes Mellitus, com diversas ações focando na saúde da população do município. A campanha, que tem como tema “Avaliar é preciso”, segue até o dia 30 deste mês.

Nesse período, nas unidades básicas de saúde (UBS), serão realizadas ações como avaliação física do pé diabético, palestras educativas, exames, teste de glicemia, encaminhamento ao atendimento médico especializado, entre outras voltadas à prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Diabetes mellitus (dm) ou diabete melito é uma doença caracterizada pelo excesso de açúcar no sangue. Ela pode ser dividida em dois tipos: a diabetes de caráter hereditário e a diabetes que é adquirida por conta dos maus hábitos alimentares, do sedentarismo e obesidade.

A diabetes pode ser classificada basicamente em Mellitus tipo 1 e tipo 2. A tipo 1 é a diabetes que acomete adolescentes e crianças, fazendo com que o pâncreas não produza insulina ou produza insuficientemente. Já a Diabetes Mellitus tipo 2 ocorre mais em pessoas obesas, em pessoas acima dos trinta anos ou idosos. Nesse tipo de diabetes melito, a insulina é produzida, mas não faz efeito no organismo.

Existem ainda outros tipos mais raros, tais como o diabetes mellitus gestacional e diabetes emocional. Os pacientes precisam ficar atentos e fazer o tratamento para diabetes mellitus corretamente e manter a diabetes controlada, uma vez que a doença não tratada adequadamente pode trazer uma série de complicações, dentre elas a cegueira, o pé diabético e a retinopatia diabética, entre outras complicações de saúde graves.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados este ano, o número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, passando de 5,5% da população em 2006 para 8,9% em 2016. Os dados revelam ainda que as mulheres registram mais diagnósticos da doença – o grupo passou de 6,3% para 9,9% no período, contra índices de 4,6% e 7,8% registrados entre os homens. (Tina Santos)

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