Sangue e mistério no escritório

Redação Por: Redação

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Publicado em 12/08/2017 08:31h

Sangue e mistério no escritório

Até o final da tarde desta sexta-feira (11), o Departamento de Homicídios da Polícia Civil em Marabá ainda não tinha divulgado informações sobre o paradeiro do comerciante de prenome Agnaldo, acusado de matar com um tiro de espingarda no rosto, Pedro Pereira da Silva, de 49 anos. O assassinato aconteceu no escritório do estabelecimento comercial do acusado, por volta das 8h30 da manhã de quinta-feira (10). O mercadinho, palco do crime, fica na esquina entre as ruas Goiás e Nova Canaã, no Bairro Bela Vista, Núcleo Cidade Nova.

De acordo com o sargento Paixão, da Polícia Militar, a esposa do acusado relatou que Agnaldo estava discutindo asperamente com a vítima, Pedro Pereira, no interior do mercadinho, até que em dado momento os dois subiram para o mezanino do empreendimento, onde funciona o escritório (e também parte do depósito). Logo em seguida, ouviu-se um disparo de espingarda.

Depois disso, Agnaldo desceu correndo e fugiu do local do crime. Enquanto isso, o corpo da vítima ficou estendido em meio a uma possa de sangue, enquanto curiosos se aglomeravam em volta do comércio.

Diante disso, a Polícia Militar foi acionada e esta, por sua vez, informou o ocorrido à Polícia Judiciária e também ao Instituto Médico Legal (IML), que enviou uma equipe ao local do assassinato, liderada pelo próprio gerente regional do órgão, Augusto Andrade.

Para a reportagem do jornal, Augusto Andrade disse apenas que o tiro de espingarda atingiu a região malar (a chamada maçã do rosto). Augusto confirmou também que a vítima teve morte instantânea. Mas não forneceu dados sobre o calibre da arma utilizada e tampouco se havia indícios de que houve luta corporal entre vítima e acusado.

Procurada na tarde de ontem (11) – via telefone – a delegada Raissa Beleboni, titular do Departamento de Homicídios, não quis dar maiores detalhes sobre as investigações, limitando-se a dizer apenas que a polícia tem a identificação do atirador. 

Síntese

O dono de uma casa comercial discute com uma pessoa no interior do estabelecimento. Os dois sobem para o escritório e em seguida ouve-se um tiro. O caso está envolto em mistério, pois ninguém soube dizer o motivo da discussão que resultou em morte.

(Chagas Filho com informações de Josseli Carvalho)

 

 

Sangue e mistério no escritório[1] Sangue e mistério no escritório[2]

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