“Homem dos facões” consome duas horas de 3 forças de segurança e SAMU

PM, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e SAMU agem em conjunto para imobilizar jovem perturbado mentalmente

Redação Por: Redação

Polícia Novidades

2544 Visualizações

Publicado em 09/10/2017 18:51h

“Homem dos facões” consome duas horas de 3 forças de segurança e SAMU

Viaturas das forças de segurança na porta da residência do rapaz que suportou até choque de arma não letal

Por volta de 11h30 desta segunda-feira, dia 9, viaturas da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e do SAMU estacionaram em frente ao câmpus da UEPA (Universidade do Estado do Pará) em Marabá e um grande engarrafamento se formou na redondeza. Rapidamente, pelas redes sociais, espalhou-se uma fake news (notícia falsa), dando conta que um homem teria feito um estudante refém na UEPA.

Em verdade, segundo explicou à reportagem do Correio de Carajás o tenente PM Aureliano, um jovem de 24 anos com perturbações mentais sofreu um surto em casa e os familiares acionaram o SAMU, que ao chegar ao local, percebeu que ele estava bastante agitado e com dois terçados amolados em um quarto isolado no fundo de casa, em frente à UEPA.Com isso, solicitaram apoio do Corpo de Bombeiros, que enviou uma equipe ao local e a Guarda Municipal também mobilizou sua guarnição. Mesmo assim, ele não foi contido.

A Polícia Militar enviou duas viaturas e mais uma terceira equipe especializada nesse tipo de situação, utilizando armas não letais. “Eles utilizaram choque e não houve efeito algum, porque o rapaz continuava em pé e com os dois terçados na mão”, conta o tenente.

Cerca de duas horas depois da primeira abordagem do SAMU, com uso de “outras técnicas” finalmente o rapaz caiu e foi imobilizado e levado para o Hospital Municipal e de lá encaminhado para o CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial), na Folha 31, sendo acompanhado pela família.

Segundo o tenente Aureliano, o jovem já havia passado por situações parecidas em outras ocasiões e as crises ocorrem há cerca de dois anos. “Não havia como negociar rendições neste caso, porque não há como negociar com pessoas perturbadas mentalmente”, explica. (Ulisses Pompeu)

Comentários

Deixa seu comentário abaixo sobre esta notícia: